Caros amigos, se quiserem conferir a relação de alguns dos melhores jogos que foram inspirados nas festas de final de ano, visitem o novo endereço oficial da coluna, em Eduardostuart.blogspot.com.
Todos foram produzidos em 2007 e ainda há uma lista expandida e atualizada dos games natalinos que fizeram sucesso nos anos anteriores. Não deixem de conferir!
Sem nenhum motivo aparente, os links que foram originalmente publicados no site oficial do jogo Command & Conquer estão temporariamente indisponíveis, apesar da página ainda estar no ar. Mas não tem problema, entusiastas deste grande clássico foram rápidos no gatilho e publicaram links espelhos dos dois discos. Para transferí-los, clique nos dois links a seguir:
Para transferí-los, basta visitar os seus respectivos links e clicar no botão "Download". Uma visita à página original também é recomendável, pois lá se encontram as informações necessárias para fazer o jogo rodar no Windows XP.
adicionado por Eduardo Stuart, em 12.9.07.
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Excelência Técnica e Arte Digital nos PCs. A demoscene promove a criação de verdadeiros espetáculos audiovisuais.
Combinando deslumbrantes espetáculos visuais com trilhas sonoras sofisticadas e efeitos sonoros surpreendentes, as produções que constituem a "demoscene" --designação universal dada à categoria de softwares criados especificamente para demonstrar a apurada excelência técnica de programadores, compositores e artistas gráficos-- vêm fascinando gerações de entusiastas e curiosos em geral desde o início da década de 80. Empregando sofisticadas rotinas de programação, que procuram transportar idéias quase sempre inovadoras para o universo digital, e por levar ao limite a capacidade de processamento gráfico dos computadores ao gerar complexos cenários em tempo real, essas obras são constantemente referenciadas como um meio de expressão artística moderna, proporcionando uma experiência audiovisual única que mescla a aplicação de alta tecnologia com boas doses de ousadia, usando o próprio computador como meio.
Divulgados a partir de sites especializados ou através dos eventos anuais promovidos para premiar os melhores trabalhos em categorias como games, efeitos visuais, animações e trilhas sonoras, entre outros, a forma mais indicada de conhecer de perto esse fascinante universo é transferindo gratuitamente as mais interessantes produções que conquistaram as primeiras colocações nas últimas competições. E o que não faltam são boas surpresas.
Na edição 2007 do prestigiado evento Breakpoint, realizado na primeira quinzena de abril e que levou mais de 1000 participantes de 30 países para participar da festa na Alemanha, o primeiro destaque veio da categoria games, principal responsável pelo crescente interesse do público para acompanhar essas competições. Geralmente partindo de idéias simples, mas sem dispensar elementos importantes como criatividade e excelência técnica, Sumotori Dreams já surpreende pelo menu principal, composto por um cenário totalmente destrutível pelos cubos lançados pelo jogador. Implementando uma eficiente simulação física apurada e cenários em terceira dimensão, o jogo é um hilário simulador de sumô protagonizada por uma dupla de robôs com uma grave deficiência de equilíbrio.
Sumotori Dreams tem controles simples, mas a diversão está garantidíssima! Ainda mais se for jogar contra um amigo, compartilhando o mesmo teclado (não há suporte para partidas em rede). Os gráficos tridimensionais e a simulação física são alguns dos destaques do game, que tem apenas 87Kbytes.
Podendo jogar com um amigo, compartilhando o mesmo teclado, ou contra o computador, que apresenta uma razoável inteligência artificial, o mais surpreendente de tudo é o seu tamanho: apenas 87Kbytes, algo notável quando levado em consideração todas as suas capacidades. Destaque para a genial modalidade oculta, que transforma um dos robôs em uma espécie de alvo móvel e que demonstra o avançado sistema de animação empregado pelo game, resultando em uma realística movimentação do robô quando ele tenta se reerguer. Esse modo pode ser acessado na tela de abertura, ao lançar um cubo entre as duas últimas estacas.
A modalidade oculta de Sumotori Dreams proporciona um entretenimento simples, mas incrivelmente satisfatório e hilário. Nele, você deve derrubar um robô lançando cubos sobre ele. Os movimentos são realísticos, principalmente quando ele enfrenta dificuldades para se reerguer devido aos objetos espalhados pelo cenário. Para ativar essa modalidade, é simples: lance um cubo exatamente no local destacado na imagem acima, quebrando a muretinha. Divertidíssimo!
Ganhador do segundo lugar, TMN Puppets, com apenas 92Kb, é um protótipo de jogo de luta que procura inovar ao permitir que apenas o posicionamento da cabeça dos lutadores --feitos a partir de bonecos de palitos de fósforo-- coordene todos os seus movimentos. E para a terceira colocação, Kakiarts 8-Ball, com 89Kb, é um jogo de sinuca ambientado em um cenário totalmente 3D.
Mais simples, e sem o mesmo requinte do Sumotori Dreams, TMN Puppets e Kakiarts 8-Ball também divertem. Não deixe de conhecê-los!
Naturalmente, os jogos não são a única atração aguardada pelos entusiastas do gênero. As intros, que são as famosas apresentações que geram, em tempo real, ilustrações em 2D, modelagem de complexos objetos 3D, efeitos visuais alucinantes e outras curiosas características, são igualmente apreciadas. E para essa edição, a produção que mais se sobressaiu foi a FR-041: Debris, do veterano grupo Farbraush. Com meros 180Kb de tamanho, feito notável devido à qualidade dos seus gráficos e da sua trilha sonora, a obra exibe as modificações ocorridas em uma cidade fictícia após a invasão de milhares de pequenos objetos, modificando a sua topografia e resultando na sua total desconstrução. Os inspirados posicionamentos da câmera, que transportam com fluidez o observador para o interior de trens e dinâmicos passeios aéreos, são imperdíveis.
Em FR-041: Debris, uma cidade está sendo invadida por um sinistro grupo de cubos. Os efeitos visuais são excelentes, e a ação prende o interesse do espectador até o último segundo. Ver a desconstrução dos prédios, ruas e até do céu é recompensador, nessa apresentação de apenas 180Kbytes.
Ainda mais impressionante são as intros limitadas a 4096 bytes , como é o caso do Sprite-o-Mat, vencedor desse ano na categoria. Codificada em assembler extremamente otimizado, a apresentação exibe um belo espetáculo repleto de círculos que formam animados e coloridos objetos no espaço em 3D. Só para colocar em perspectiva quão diminuto é o seu tamanho, o texto dessa coluna ocupa mais bytes que toda a intro.
Reprodução de um dos efeitos gerados pela intro Sprite-o-Mat, de apenas 4Kb. Impressionante!
E quando não há limites quanto ao tamanho resultante da obra, a criatividade corre solta. Selecionado como o ganhador geral da 5a. edição da votação promovida pelo site Scene, Track One, produzido pela Fairlight, merece menção pelo conjunto da obra. Fazendo uso pleno de recursos visuais para simular as falhas presentes nos filmes antigos, ao mesmo tempo em que abusa do afastamento de objetos para revelar outros, mescladas com a construção progressiva das complexas estruturas tridimensionais de uma residência, a produção é de tirar o fôlego.
Do genial grupo Fairlight, Track One é uma experiência visual interessantíssima.
Essa lista, no entanto, representa apenas uma pequena amostra dos mais recentes lançamentos surgidos na cena. Há mais de 30 mil produções catalogadas e disponíveis gratuitamente em sites como Pouet e Scene, que são paradas obrigatórias para quem deseja mergulhar nesse fascinante universo e conferir como talentosos e abnegados programadores conseguem espremer todas os recursos dos computadores para criar belos espetáculos audiovisuais. E as produções não estão limitadas ao universo dos PCs. Antigos sistemas, como Commodore 64, Amiga, MSX, TK90X e até calculadoras e celulares também também são contemplados pelas demos, assim como vídeo-games como o Xbox 360, PSP, Gameboy Advance e Playstation. Para acessar a lista completa, visite esse endereço e selecione o tipo de produção que deseja conhecer (na caixa type) e a plataforma (na caixa platform). Clicando no botão submit, a relação das produções será exibida em segundos.
adicionado por Eduardo Stuart, em 30.4.07.
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Jogos para Celulares: Teste-os Gratuitamente!
Seja para entreter-se enquanto enfrenta as sempre monótonas filas de banco, distrair-se durante longas viagens de trânsito, ou simplesmente para matar o tempo entre as atividades comuns do dia-a-dia, todos os apaixonados pelos jogos eletrônicos têm em comum um sonho de consumo: possuir um dispositivo portátil que permita levar consigo esses divertidos passatempos, podendo disputar acirradas partidas em qualquer lugar. E o que até pouco tempo só era possível através dos consoles portáteis, atualmente bem representados pelos populares Nintendo DS e Playstation Portable, com o avanço tecnológico dos atuais aparelhos celulares, equipados com belas telas coloridas e recursos cada vez mais sofisticados para gerar e exibir gráficos tridimensionais, eles também estão sendo progressivamente adotados pelos jogadores, que vêem algumas boas vantagens nessa plataforma como um meio viável de entretenimento.
Exemplo da janela rodando o emulador, que permite testar os jogos para celulares sem pagar nada, bastando que o usuário esteja conectado à internet durante o teste e possuir um navegador compatível com applets desenvolvidos em Java.
Entre as principais características apontadas, se destacam o preço mais acessível por título (em média, cada um custa aproximadamente 10 reais), a praticidade de não precisar carregar os cartuchos com os jogos (eles são transferidos pela operadora e ficam armazenados na memória interna do aparelho ou em cartões de memória convencionais), a possibilidade de jogar usando apenas uma das mãos, e o inegável tamanho reduzido do aparelho, que cabe discretamente no bolso e que, por ser um telefone móvel, está sempre junto do jogador. Isso sem contar a crescente oferta de bons lançamentos, que incluem títulos originais, recriações de alguns dos grandes clássicos do passado e uma enxurrada dos melhores jogos casuais, sempre grandes campeões de audiência.
Em Project Gotham Racing 3D Mobile, inspirado no jogo de mesmo nome para os consoles XBOX e XBOX360, todas as emoções de correr em alta velocidade e derrapar com precisão por curvas fechadas podem ser carregadas no bolso. E com gráficos tridimensionais, algo até pouco tempo inimaginável para os celulares.
E para quem ainda não explorou esse recurso no seu celular, ou nunca teve a curiosidade de experimentá-los por achar que aparelhos projetados para servirem como telefones não serão suficientemente avançados para rodar jogos empolgantes, que tal testar alguns desses recentes lançamentos? E o melhor: sem compromisso, não precisando pagar absolutamente nada, e tampouco tendo que alterar as configurações do telefone? Impossível? Que nada!
Com saudades dos antigos jogos de Boxe, que eram mais engraçados do que violentos? Em Super K.O. Boxing, as lutas são contra personagens hilários.
Como a maioria desses novos lançamentos estão sendo desenvolvidos para a plataforma Java, o que garante uma boa compatibilidade entre aparelhos de marcas e modelos diferentes desde que estejam em conformidade com as especificações técnicas, é possível testá-los online usando os emuladores disponibilizados gratuitamente pelas próprias produtoras. No site da Glu Mobile, por exemplo, graças ao emulador Emux, mais de uma centena de títulos podem ser testados diretamente na janela do navegador, bastando estar conectado à rede durante as partidas. Sequer é necessário se cadastrar, e grande parte dos jogos oferece suporte para a língua portuguesa, selecionável na tela de abertura.
Os apreciadores dos jogos de tiros não se sentirão entediados com o ótimo Alpha Wing 2. Destaque para os bons gráficos, que simulam a profundidade dos cenários.
Para rodá-los, é simples. Ao visitar o catálogo principal, clique sobre o título que deseja testar, ativando em seguida o botão Try. O jogo carregará em uma nova janela, e assim que a tela principal for exibida, clique sobre o celular virtual para colocá-lo em foco. Como os jogos serão controlados a partir do teclado numérico, assegure-se que ele está ativado (aperte a tecla Num Lock) e observe que, devido ao esquema de teclas estar invertido (nos celulares, a tecla 1 está no canto superior esquerdo, enquanto que nos computadores, a mesma tecla está no canto inferior), será preciso refletir essa disposição na hora que for controlá-los. Também é possível usar o mouse para apertar as teclas do aparelho virtual, importante para ativar os comandos Voltar e Confirmar. Outro fator importante é que, por estarem na modalidade de avaliação, os jogos não rodarão indefinidamente, interrompendo as partidas após alguns minutos com a mensagem "Trial Time Over!" exibido no visor. Mas não tem problema: pressione a tecla F5 para recarregar a janela e reiniciar o jogo.
Gostaria de colocar à prova a sua capacidade de resolver problemas lógicos e matemáticos? E ser desafiado com enigmas cada vez mais complicados e exigentes? E ainda obter um relatório informando a sua performance? Então não deixe de testar o divertido Brain Genius, que procura obter o mesmo sucesso dos agora clássicos Brain Age e Brain Train Age.
Como o acervo disponível no site é vasto e variado, conhecer primeiro os títulos que estão chegando no Brasil pode ser uma boa idéia. Para os apreciadores de corridas de veículos, o badalado Project Gotham Racing 3D Mobile, sucesso da Microsoft no console XBOX360 e a mais nova aposta da empresa para o segmento móvel, oferece gráficos tridimensionais em uma divertida disputa que mescla pé na tábua com a habilidade de derrapar precisamente nas curvas sem danificar ou perder o controle do carro. Também em 3D, Alpha Wing 2 é um típico jogo de tiro, tendo como destaque os belos cenários que dão uma impressionante sensação de profundidade. E para os apreciadores dos games inspirados no mundo dos esportes, Super KO Boxing traz de volta o divertimento dos primeiros jogos de Boxe, com diversas modalidades de luta e um elenco composto por hilários personagens que devem ir à lona surpreendidos pelos seus golpes.
Adora o seriado Lost, e gostaria de fazer parte como um dos personagens? Virtualmente isso é possível, no divertido e misterioso Stranded.
Um dos gêneros mais populares no segmento móvel, os quebra-cabeças também estão presentes em peso. Seguindo os mesmos passos de Brain Age, sucesso absoluto para o Nintendo DS, Brain Genius oferece dezenas de atividades que testam as habilidades do jogador para resolver problemas lógicos e matemáticos, exibindo um relatório ao final de cada dia avaliando a sua performance. Pegando carona no sucesso da série Lost, Stranded transporta o jogador para uma ilha habitada apenas pelos sobreviventes de um misterioso acidente, sendo preciso explorá-la em busca de abrigo, alimentos, e resolvendo os enigmas que envolvem todos os personagens. E Super Monkey Ball Tip'n Tilt é uma boa pedida para os apreciadores dos jogos de plataforma.
O mais recente título lançado pela Glu Mobile, Super Monkey Ball Tip'n Tilt é garantia de entretenimento para todos que gostam de jogos de plataforma que necessitam de extrema habilidade motora. Não deixe de testá-lo!
Mas esses são apenas uma pequena amostra do que é oferecido no site. Centenas de outros jogos podem ser testados livremente, sendo uma parada obrigatória para todos os interessados em games para celulares ou que gostariam de conferir como eles evoluíram nesses últimos tempos. Maiores detalhes sobre como instalá-los no seu próprio aparelho, ou se são compatíveis com um determinado modelo de celular, podem ser obtidos no site da sua operadora.
adicionado por Eduardo Stuart, em 9.4.07.
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Solte a Criatividade Criando Quadrinhos!
Sempre desejou criar as suas próprias histórias em quadrinhos, mas não tem muita paciência para desenhar? No site ToonDoo é possível criá-las sem dificuldades, usando como base os personagens oferecidos pela vasta biblioteca de modelos. Enviar as suas próprias fotos para criar fotonovelas personalizadas também é possível.
Totalmente gratuito, a ferramenta, desenvolvida em Flash, ainda facilida inserir as suas criações em blogs e sites. Mais detalhes nesse endereço..
adicionado por Eduardo Stuart, em 9.4.07.
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Foobar2000: O mais flexível mediaplayer de todos!
Em matéria de tocadores de mídia para a plataforma PC, o que não faltam são boas opções. Sejam eles especializados em exibir vídeos, tocar arquivos de áudio, ou oferecendo suporte para ambos, é possível encontrar dezenas de excelentes alternativas que podem suprir a maioria das necessidades do mais exigente dos usuários. Levando em consideração apenas as opções disponíveis para o Windows, é possível contar com o Windows Media Player, instalado junto com o sistema, o versátil e gratuito VLC Player, o famoso WinAmp , e o leve --mas que dá conta do recado-- XMPlay, entre outras incontáveis alternativas. E há também uma opção bastante popular entre a comunidade geek, mas pouco conhecida entre os usuários comuns: o extremamente poderoso, e igualmente gratuito, Foobar2000.
Desenvolvido por Peter Pawlowski, programador freelancer que trabalhou para a Nullsoft durante o período de ouro do WinAMP e que deixou a empresa logo após a mesma ser adquirida pela AOL (em 1999), Foobar2000 foi criado tendo em mente alcançar três objetivos centrais: proporcionar uma fidelidade sonora até então sem precendentes; fazer o menor uso possível de recursos como memória e tempo de processamento da CPU; e criar uma base sólida para incentivar o desenvolvimento de componentes criados por terceiros, visando estender a sua funcionalidade. Outras melhorias foram incorporadas com o passar do tempo, como um gerenciamento eficiente da biblioteca de arquivos musicais (milhares de faixas podem ser manipuladas simultaneamente sem reduzir a performance geral do sistema), a possibilidade de nivelar uniformemente o volume das faixas de um álbum ou de toda a coleção (ótimo para evitar expressivas variações entre as faixas), converter com facilidade os arquivos para um outro formato ou reduzir a taxa de bits por segundo (ideal para quando for copiar as faixas para um MP3 Player, fazendo um uso mais eficiente do espaço disponível no dispositivo), e outras capacidades interessantes, mas nem sempre facilmente identificáveis à primeira vista.
Com todos esses recursos embutidos em um só software, em conjunto com a sólida performance e a ativa comunidade de suporte, é curioso que o Foobar2000 ainda não tenha sido largamente adotado pelos usuários. Talvez a justificativa mais provável resida no fato da sua interface padrão ser tão simples e assustadoramente convencional, sendo pouco atraente quando comparada com os demais players que fazem uso de sofisticados efeitos visuais e outras perfumarias. Mas essa é só a primeira impressão. Graças à total flexibilidade proporcionada pelo Foobar2000, é possível personalizar a interface através de componentes escolhidos livremente pelo usuário, que pode optar pelos recursos realmente necessários e, de quebra, poupar recursos como memória, espaço no HD e até reduzir a área visível no desktop. E o melhor: configurá-lo não é tão difícil como pode parecer inicialmente.
Essa é a interface padrão do Foobar2000 ao ser executado pela primeira vez. Um tanto convencional e pouco empolgante, mas os seus valiosos recursos, em conjunto com a total liberdade para personalizar cada aspecto da interface, fazem dele uma excelente opção para os adoradores de músicas.
E para tê-lo rodando é simples e rápido. Após visitar esse endereço, transfira a sua mais recente versão, que tem apenas 1.6MB, e instale-o normalmente. Rode-o e inclua alguns clips na biblioteca, clicando no menu File e ativando a opção Add directory..., selecionando em seguida uma pasta onde estão armazenadas algumas músicas. Todas serão prontamente listadas no painel principal, podendo ser tocadas com um duplo-clique sobre um arquivo ou pressionando o botão Play, localizado na barra de ferramentas e que tocará toda a lista. Até agora, nada de muito empolgante, mas já é possível personalizá-lo com alguns componentes gratuitos que irão liberar parte das suas capacidades.
Para começar, feche o Foobar e visite o site oficial do componente Columns UI. Tendo como função principal agrupar e organizar a lista de músicas usando como base informações como o nome do artista e o título do álbum (dados embutidos no atributo ID3v2 dos arquivos), ele também permite subdividir a interface com painéis extras que servirão de contêiners para os demais componentes. Antes de instalá-lo, transfira também alguns componentes adicionais, como o Album List (disponível no mesmo endereço), o Quick Search, que encontra rapidamente uma faixa em toda a biblioteca, e o Foo Uie Vis Egoh, que exibe uma análise visual da música sendo tocada (opte pelo segundo link). Em seguida, assegure-se que o Foobar2000 não esteja rodando e descompacte cada um dos arquivos na pasta C:\Arquivos de programas\foobar2000\components\ (levando em conta que o software foi instalado usando as configurações padrões). Reinicie o Foobar2000 e, ao ser perguntado sobre qual o componente será usado para controlar a interface, opte pela opção Columns UI, fechando a caixa de diálogo com OK.
Configurar os painéis extras e os componentes que serão utilizados é fácil. Na janela de configuração da ferramenta, ative o nó Columns UI e, na aba layout, clique com o botão direito do mouse sobre a opção Vertical Splitter. É no subitem Insert Panel que são definidos os componentes, divididos em categorias como Panels, Toolbar e Visualisations.
O próximo passo consiste em definir a ordem dos painéis e especificar quais serão os seus respectivos componentes. Para isso, abra a tela de configuração da ferramenta (pressione a combinação de teclas CTRL-P), ative o nó Columns UI na listagem da esquerda e selecione a aba Layout. Como o primeiro componente a ser exibido nesse exemplo será o Album List, clique com o botão direito do mouse sobre a opção Vertical Splitter, ative os submenus Insert panel => Panels e clique sobre o item Album List. Para adicionar a ferramenta de busca, repita a operação, mas dessa vez selecionando os submenus Insert panel => Toolbar e ativando o item Seekbar. Ative também o item Volume, para poder controlá-lo de dentro da interface. Por último, ative o componente Ego Spectrum analyzer, presente em Insert panel => Visualisations (sic), e clique no nó Media Library para especificar todos os diretórios em que estão armazenadas as músicas e que deverão ser incluídas na biblioteca geral. Clicando no botão Close irá fechar a caixa de diálogo, refletindo todas as alterações feitas. A interface modificada será exibida em seguida, com um painel lateral populado com todos os componentes recém-adicionados. Para configurar cada um deles individualmente, clique com o botão direito do mouse sobre uma área livre do seu interior e ative a opção Settings. Remover um componente, ou alterar a sua posição no painel, é feito de forma análoga, mas o clique deve ser feito sobre o seu título.
Após tudo estar configurado, a nova interface. Nada ainda muito empolgante, mas escolhendo os componentes certos, ou instalando os pacotes pré-definidos disponíveis na internet, é possível ter um player visualmente bonito e repleto de recursos interessantíssimos.
Embora esses componentes ofereçam apenas as funções mais rudimentares, eles serviram para ilustrar o quão fácil é o processo de instalação e configuração no Foobar2000. A escolha dos componentes, no entanto, fica a cargo do usuário, que poderá transferir gratuitamente centenas de opções divididas em categorias como melhoramentos visuais, filtros sonoros, exibidores de letras sincronizadas com a música, gravadores de CDs e assistentes para gerenciar a biblioteca, entre outros. E todos eles podem ser encontrados em sites especializados como o Hydrogen Audio FB Wiki e o FooBlog2k, esse último dedicado a como personalizar a ferramenta através de preciosas dicas, guias passo-a-passo e pacotes completos de configuração prontos para usar.
Olhando assim, nem dá para dizer que esse é o Foobar2000. Mas é. No site FooBlog2000, há instruções, guias e pacotes de configurações prontos para usar, bastando o usuário seguir algumas instruções. Super!
Essa é a opção mais prática para quem não estiver interessado em configurar manualmente os componentes, mas não abre mão de ter um dos mais versáteis, poderosos e flexíveis players disponível atualmente para os PCs.
adicionado por Eduardo Stuart, em 2.4.07.
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Embelezando o Desktop.
Gostaria de ter uma seleção de papéis de parede similares com as que acompanham o Windows Vista? Hamad Darwish, profissional da área de saúde no Kuwait e fotógrafo amador, é o autor de várias dessas belas imagens, tendo sido contratado pela Microsoft para criar uma galeria composta por alguns dos mais fantásticos cenários. Um pacote com 22 fotografias que ficaram de fora da seleção oficial podem ser transferidas gratuitamente nesse endereço, e todas estão na resolução 1920x1200. Totalmente imperdível!
adicionado por Eduardo Stuart, em 2.4.07.
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Command & Conquer 3: Tiberium Wars: A Batalha Continua! Primeira edição produzida pelos estúdios da Electronic Arts não desaponta!
Uma das mais bem-sucedidas séries de estratégia em tempo real para os PCs, Command & Conquer, lançada inicialmente em 1995, continua sendo a maior responsável pela popularização do gênero que, até então, se mantinha restrito a uma parcela bastante específica de público. Freqüentemente referenciado pelos próprios jogadores como C&C: Tiberian Dawn, definição empregada para diferenciá-lo das edições que foram lançadas posteriormente, esse primeiro título teve como grande destaque a cuidadosa produção da Westwood Studios, que não economizou esforços para fazer um uso pleno dos recursos multimídia que começaram a ficar populares --e acessíveis-- a partir da primeira metade da década de 90. E, além das sequências de vídeo eram exibidas durante os intervalos das missões e que narravam detalhadamente os acontecimentos correntes e os próximos objetivos, a trama, abordando um eletrizante conflito entre duas organizações pelo controle de uma perigosa substância, igualmente prendia a atenção dos jogadores. Sem contar com o foco na sólida e rápida ação, desempenhada durante todo o desenrolar dos atos.
Com o passar dos anos, dezenas de pacotes de expansão e sequências derivadas do original mantiveram intacto o interesse dos fiéis seguidores da franquia, expandindo tanto os acontecimentos ocorridos em Tiberian, quanto ramificando-os para outros universos, como Red Alert e Generals. Porém, com o anúncio da aquisição da produtora Westwood Studios pela Electronic Arts, muitas dúvidas sobre os rumos da série foram levantadas, ainda que parte dos profissionais envolvidos com o jogo original tenha sido absorvido pela produtora canadense (os demais fundaram uma nova empresa, Petroglyph, que já lançou Star Wars: Empire at War e que anunciou para esse ano outro título bastante esperado pelos fãs do gênero, Universe at War: Earth Assault).
A terceira edição oficial, Command & Conquer 3: Tiberium Wars, prevista para chegar às lojas nessa sexta-feira e que é baseado no mesmo universo que consagrou a série, coloca um final definitivo nessas especulações, demonstrando que a franquia ainda tem fôlego de sobra para surpreender até o mais fanático dos jogadores. E algumas dessas novidades já podem ser conferidas na versão de demonstração recentemente lançada, disponível gratuitamente nesse endereço.
Com duas missões integrais incluídas na demo, um prático tutorial que ensina aos novatos a como dar os seus primeiros passos, e um mapa de atuação livre, os jogadores mais experientes não encontrarão grandes dificuldades para entrar rapidamente no clima do jogo. Compartilhando da mesma dinâmica que marcou a série no passado, e virou uma espécie de referência para os demais jogos do gênero, boa parte das ações desempenhadas em campo se concentram na criação de bases de operações, na formação de unidades de ataque e defesa, e em como gerenciar eficientemente o poderio militar para obter êxito nas complexas --e numerosas-- tarefas de cada uma das missões. E é nesse quesito que as novidades começam a aparecer, como a possibilidade de surpreender os oponentes ao bolar ataques maciços construídos a partir da múltipla combinação de unidades militares, cada uma com suas próprias características de ataque e que, consolidadas, abrem um diversificado leque de estratégias que podem ser ideais durante as partidas em rede. A inteligência artificial, componente crucial para controlar as reações dos oponentes no modo campanha, também foi aprimorada, tentando corrigir as falhas mais corriqueiras encontradas na maioria dos jogos do gênero. E o melhor: sem que fosse prejudicada a jogabilidade ou o importante equilíbrio entre rapidez de ação e fluidez para definir os comandos.
A história, ambientada no nem tão remoto ano de 2047, é outro aspecto que chama a atenção. Trazendo de volta o eterno conflito entre as organizações "Global Defence Initiative" (GDI) e a sinistra entidade "Brotherhood of Nod", o tema central continua girando em torno do controle da mistoriosa substância "Tiberium", material que representa um risco em potencial para o meio ambiente, já tendo contaminado boa parte do planeta. Arma poderosa nas mãos dos Nods, que utilizaria suas propriedades como um meio para controlar os rumos políticos e econômicos da população, o conflito mór tem início logo após o ataque de um míssil nuclear a uma base orbital controlada pela GDI, resultando no fim da suposta trégua que durou quase 17 anos (contados a partir do último pacote de expansão, Firestorm). Originando a Terceira Grande Guerra, o propósito que serve como um fio condutor das missões consiste em conquistar os territórios ainda habitáveis e impedir a avanço das tropas inimigas. Tarefas paralelas também estão incluídas, e para temperar ainda mais a afronta, um terceiro grupo, denominado The Scrin e mais uma das novidades dessa edição, entrará posteriormente na disputa, impedindo que algumas missões se tornem monótonas ao elevar o grau de dificuldade do jogador que deverá enfrentar simultaneamente duas frentes de batalha.
O visual, que há tempos trocou os gráficos isométricos de outrora por sofisticados cenários tridimensionais, também não foi negligenciado e brinda o jogador com um espetáculo à parte. Localizações singularmente detalhadas enriquecem a experiência durante as batalhas, e efeitos especiais como chamas, nuvens de fumaça, objetos que espalham centenas de minúsculas partículas após serem atingidos por uma bomba, e até as variações climáticas de um planeta cuja atmosfera está comprometidamente desequilibrado, conferem ao título ambientes realísticos e fiéis às situações retratadas. Os vídeos, exibidos nos interlúdios das missões, são interessantes e bem produzidos, contando com a participação de alguns astros conhecidos de seriados como "Lost" (Josh Holloway), "House" (Jennifer Morrison) e "Criminal Minds" (Shauntay Hinton), além do âncora da Fox News John Huck e da repórter da CNN Shanon Cook, entre outros.
As populares partidas em rede também foram beneficiadas com algumas melhorias, incluindo modalidades variadas de combates, mapas inéditos que usam as novas capacidades do mecanismo gráfico, e a curiosa --mas útil-- possibilidade de assistir aos embates sem precisar participar ativamente delas, recurso que pode ser atraente para quem deseja aprender novas técnicas e estratégias. E se quiser, é possível interagir livremente, via microfone, com os demais espectadores e jogadores.
Para os PCs, além do pacote convencional (ao preço sugerido de R$99.00), estará disponível uma edição de luxo (C&C 3: Kane Edition, R$139.90) direcionada aos colecionadores, com um DVD adicional repleto de extras como um documentário retratando os bastidores, tutorias em vídeo demonstrando estratégias dadas pelos próprios projetistas, cinco mapas exclusivos para partidas em rede e outros conteúdos suplementares. Uma versão para o XBOX360 também está confirmada, e deve chegar às lojas nos próximos meses.
adicionado por Eduardo Stuart, em 26.3.07.
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Idéias Antigas, Turbinando Jogos Novos!
Todos que acompanham de perto o universo dos games, já devem ter ouvido a célebre frase de diz que não se fazem mais jogos como antigamente. Comentário que freqüentemente se refere à época de ouro que marcou o surgimento dos primeiros jogos eletrônicos --e que compreende o período de lançamento das primeiras máquinas de fliperama e se estende até a febre da chegada dos então pioneiros vídeo-games--, o argumento mais utilizado nesse tipo de discussão se concentra na maior preocupação que os desenvolvedores tinham em investir constantemente na criação de novas modalidades de jogos e na variedade dos seus objetivos, elementos que eram cruciais para compensar os gráficos geralmente simples devido às limitações impostas pelo hardware daquele tempo.
E embora esse tipo de discussão raramente chegue a alguma conclusão definitiva, é impossível deixar de reconhecer a importância de grandes clássicos como Pong, Pac-Man, Tetris, River Raid, Pitfall e outros tantos, que marcaram uma geração e emprestaram muitos dos seus elementos para os títulos lançados nas últimas décadas. E como tudo o que é popular dificilmente fica ignorado por muito tempo pela indústria de entretenimento digital, esses mesmos joguinhos podem ser encontrados com expressiva facilidade até hoje, em versões recriadas para usufruir de toda a capacidade multimídia dos atuais computadores, produzindo gráficos realísticos sem deixar de lado a diversão e o desafio que marcaram os títulos originais.
Mas bem mais interessante do que os abundantes remakes são os jogos que pegam algumas dessas idéias básicas e as modificam, aperfeiçoando os originais ao introduzir novos elementos à jogabilidade ou mesclando diversos gêneros em um só, criando novos e até mesmo inéditos desafios. Característica marcante do segmento que explora os jogos casuais, e também abraçada por boa parte dos desenvolvedores independentes,atualmente é possível encontrar uma grande oferta de opções na internet. E, para começar, nada melhor do conhecer alguns dos jogos que trazem passatempos antigos, mas eternamente populares, para a era digital.
No computador, encontrar as diferenças entre duas ou mais figuras é bem mais divertido. Efeitos múltiplos, truques diversos e uma quantidade de enigmas prontamente disponíveis tornam o passatempo mais interessante e desafiador.
Inspirado na atividade de destacar as sutis diferenças entre duas ou mais imagens aparentemente idênticas, popular passatempo que faz sucesso até hoje nos jornais impressos e nas revistas, Mirror Magic aumenta o nível de dificuldade por incorporar elementos que levam ao limite a capacidade de observação do jogador. Além de estipular um limite de tempo para solucionar cada uma das fases, truques diversos, como inverter os movimentos do cursor do mouse, impedem que o jogo, gratuito se for jogado online, se torne entediante com o passar do tempo. Uma versão mais sofisticada também pode ser transferida, mas em versão de avaliação.
Misturar jogo da forca com caça-palavras? Mas é claro! E muito divertido, por requerer do jogador um bom conhecimento do vocabulário do idioma inglês.
Recentemente lançado para os PCs, e baseado também em atividades que nasceram do papel, Flip Words 2 mistura jogo da forca com caça-palavras. A diferença é que o jogador não pode escolher livremente uma letra para tentar solucionar uma sentença: elas somente serão reveladas caso a letra inicial de uma palavra formada no painel inferior estiver presente no enigma. E como o número de rodadas é limitado, para obter êxito, será necessário ter raciocínio rápido e um vasto vocabulário. E embora o banco de dados forneça por padrão apenas frases em inglês, um prático editor permite que novas frases, em qualquer idioma, sejam acrescentados livremente, e novas frases podem ser transferidas automaticamente pela internet.
Pong? Tênis? Frisbee? Windjammers? Um pouco de tudo, misturado em um jogo divertidíssimo e com um clima bastante animado e desafiador.
Plasma Pong, por outro lado, é uma cópia quase fiel do clássico dos arcades, mas com um elemento a mais que faz toda a diferença: o ambiente está totalmente submerso em plasma, que controla a trajetória da bolinha. Sem contar, claro, com os efeitos visuais espetaculares exibidos durante as partidas.
Homenageando um dos primeiros jogos eletrônicos da história, Crazy Power Disc apresenta um desafio derivado do clássico Pong, trocando a monótona bolinha por batalhas recheadas de adrenalina que giram em torno de um frenético disco. Ricamente ilustrado, para vencer será preciso usar de vários artifícios para enganar ou surpreender o oponente, ao mesmo tempo em que a habilidade para defender a sua área durante os contra-ataques também é de suma importância. Quem preferir por uma versão mais fiél ao clássico, Plasma Pong também é uma boa pedida, em que a trajetória da bola não é regida apenas pelo contato com os rebatedores, mas pelo fluído dinâmico que envolve todos os elementos do cenário, gerando um verdadeiro espetáculo de cores e forçando o jogador a desempenhar movimentos bem planejados para evitar que a bolinha escape.
Space Invaders em terceira dimensão? Isso mesmo! E sem perder o mesmo clima do jogo original.
Novos jogos, inspirados nos clássicos jogos de combates interplanetários, também existem aos montes. Titanion é um deles, assim como todo o catálogo gratuito disponibilizado pela produtora ABA Games. Vale muito a visita!
Pegando carona na eterna popularidade dos primeiros jogos de combate aéreo, que tem como principais representantes os títulos Space Invaders e Galaxian, S. I. OpenGL inova ao deixar de lado os gráficos rudimentares do original por um cenário totalmente tridimensional, dando liberdade ao jogador para alterar a perspectiva durante as partidas sem que a jogabilidade de outrora seja prejudicada. Em Titanion, com ótimos gráficos vetoriais, é o jogador que tem a capacidade de sequestrar as naves invasoras, podendo utilizá-las como aliadas. E no site da produtora asiática ABA Games, é possível encontrar dezenas de outros jogos bem-produzidos e gratuitos inspirados nesse mesmo gênero.
Cansado dos milhares de clones baseados em Arkanoid e que não trazem nada de novo? Então não deixe de experimentar o excelente FizzBall, que eleva os padrões do gênero ao introduzir uma série de empolgantes novidades.
Os quebra-tijolos Arkanoid e Breakout, grandes sucessos dos arcades, também são copiados à exaustão por milhares de clones, sendo que a grande maioria não traz absolutamente nada de novo ou de realmente notável. Mas há exceções, como o excelente e divertido FizzBal, que substitui a bolinha por uma bolha de tamanho variável e que cujo objetivo consiste em capturar os animais que estão aprisionados em localizações como fazendas, ilhas e galpões. Ao trocar os tijolos por itens diversos espalhados pelos cenários, e oferecendo uma simulação física realística recompensadora por refletir um comportamento bastante realístico para cada elemento destruído, o jogo oferece ao todo 180 estágios e 40 mini-games, com níveis de dificuldade específicos para jogadores dos mais variados níveis.
Acha Tetris muito fácil? Não vê muita graça em Pong? Então não deixe de conhecer o desafiador Tong!, que mistura os dois jogos em um. Isso mesmo! Você precisará encaixar as peças e evitar que a bolinha escape da tela, tudo ao mesmo tempo. Fácil? Hehehehe...
Outro clássico que não poderia ficar de fora é o famoso quebra-cabeças Tetris, criado pelo russo Alexey Pajitnov e que está prestes a completar 23 anos de existência. Há muito dominado pelos jogadores mais fanáticos, a única forma de agradar a esses craques e aumentar o nível de dificuldade seria reunir, simultaneamente, o desafio original com outro totalmente diferente. E é exatamente isso o que Tong! proporciona, levando o jogador a encaixar as peças ao mesmo tempo em que precisa evitar que uma bola escape pelos quatro cantos da tela. Requisitando muita coordenação motora, e estimulando duas áreas distintas do cérebro, o jogo, que é controlado usando tanto o teclado (para manipular as peças), quanto o mouse (que movimenta os rebatedores), é uma excelente opção para quem procura por desafios diferentes e que estão acima da média.
Mesmo partindo de princípios há muito conhecidos pelos jogadores mais experientes, esses games engrandecem os originais por incluir novos elementos e expandindo os horizontes dos desafios originalmente propostos. E embora essa seleção ilustre apenas alguns dos exemplos mais divertidos e diferentes, é possível encontrar centenas de outras opções em sites especializados como Retroremakes e Bgames, paradas obrigatórias a todos os amantes dos jogos eletrônicos em geral.
adicionado por Eduardo Stuart, em 19.3.07.
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Base Invaders: Proteja a Cidade em 3D!
Um dos grandes clássicos do Atari 2600, Missile Command é um dos poucos exemplos de jogos que fizeram bastante sucesso mas que são raramente portados para as plataformas mais recentes. Mesmo assim, existem boas versões inspiradas no mesmo objetivo de proteger uma cidade dos ataques aéreos, como o bem bolado Base Invaders. Desenvolvido por estudantes do instituto DigiPen, as batalhas são ambientadas em belos cenários tridimensionais, exigindo boas doses de planejamento estratégico e rapidez de raciocínio para evitar as invasões. Gratuito, ele pode ser transferido nesse endereço.
adicionado por Eduardo Stuart, em 19.3.07.
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Windows XP com aparência --e algumas funcionalidades-- do Vista. Conheça alguns utilitários gratuitos que podem transformar o XP em uma versão parecida do Vista.
Lançado oficialmente há pouco mais de um mês, o Windows Vista, a mais recente versão do sistema operacional da Microsoft, ainda não foi totalmente adotado pela maioria dos usuários domésticos. Os motivos relacionados à demora em fazer a atualização são muitos, e de naturezas geralmente distintas, mas se concentram basicamente em itens como o custo adicional necessário para adquirir uma nova licença de uso, nos requisitos nada modestos de hardware para rodá-lo com uma performance aceitável, na espera pelo primeiro pacote de atualizações para assegurar ainda mais a segurança e estabilidade do sistema, e o mais comum entre todos os argumentos: a falta de urgência para realizar o upgrade pelos atuais usuários do XP, contentes com o sistema e que não vêem a necessidade de investir tão cedo em uma nova versão.
Porém, quando comparado com uma instalação limpa do XP, é praticamente impossível deixar de perceber as melhorias que foram integradas nativamente no Vista para aumentar a produtividade, tampouco os esforços para fazer o sistema mais intuitivo e fácil de ser operado. Dentre essas características, se destacam não só a interface gráfica redesenhada, como também as janelas semi-transparentes que não obstruem o conteúdo dos aplicativos localizados logo abaixo da janela atualmente em foco, a possibilidade de conferir uma reprodução da interface de um aplicativo ao repousar o cursor do mouse sobre o seu respectivo botão na barra de tarefas, a capacidade de realizar buscas mais abrangentes nos arquivos armazenados localmente, e o discreto --mais incrivelmente útil-- recurso que contribui para uma navegação mais prática pela estrutura de pastas a partir de uma barra de ferramentas específica do Windows Explorer, entre outros. A boa notícia é que boa parte dessas funcionalidades podem ser trazidas com relativa facilidade para o XP, usando tanto as ferramentas oficiais produzidas pela Microsoft, quanto os aplicativos desenvolvidos por terceiros e que também estão disponíveis gratuitamente na rede.
A primeira e mais relevante etapa consiste em instalar, caso ainda não tenha sido feito, as versões para o XP do Internet Explorer 7 e o Windows Media Player 11. Para realizar buscas de maneira similar à fornecida pelo Vista, o MS Windows Desktop Search 3.0 é uma boa alternativa, da mesma forma que o Windows Live Mail Desktop, ainda em versão beta e que apresenta quase que as mesmas funcionalidades do Windows Mail, substitui o Outlook Express de forma definitiva. E mesmo que não seja extremamente necessário, instalar ou atualizar os componentes System Configuration Utility, MS Time Zone, Windows Defender e Open Command Window Here também pode ser uma boa idéia. Todos esses utilitários estão disponíveis gratuitamente tanto no WindowsUpdate.com, quanto no site oficial da Microsoft, sendo que os únicos requisitos para instalá-los seja possuir o XP atualizado com o Service Pack 2 e passar pelo teste de autenticidade do sistema.
Windows Vista em funcionamento? Nada, é o próprio XP, com a sua interface modificada. Porém, instalá-lo não é uma tarefa simples, e é preciso tomar uma série de cuidados para não danificar o sistema.
Uma das características mais marcantes do Vista é a sua nova interface gráfica. E embora o XP não seja capaz de reproduzir fielmente todos os seus efeitos visuais, obter uma aparência aproximada não só é possível, como pode produzir resultados bastante satisfatórios. E dentre as alternativas mais populares para realizar esse tipo de transformação, o pacote Vista Transformation Pack, gratuito e atualmente na sua sexta edição, é o mais completo e sofisticado de todos, alterando os mais diversos aspectos visuais do sistema e incluindo uma série de utilitários extras que procuram mimicar o mesmo comportamento do Vista. Contudo, como o pacote precisa realizar profundas alterações nos arquivos do sistema para refletir as mudanças, instalá-lo é uma operação demasiadamente arriscada, não devendo ser realizada em computadores que são ferramentas de trabalho e tampouco por usuários menos experientes. Para quem quiser se aventurar, no entanto, é importante seguir algumas recomendações importantes antes de prosseguir: fazer um backup completo do sistema, criar um ponto de restauração para poder reverter as modificações com maior facilidade caso ocorra erros ou incompatibilidades, desativar os programas de anti-vírus durante a instalação (importante porque, se eles estiverem ativos, não deixarão que os arquivos do sistema sejam alterados), ler cuidadosamente cada uma das telas de configuração antes de confirmar, e, para evitar conflitos, instalar estando no modo de segurança (reinicie o computador e, na tela de inicialização, pressione a tecla F8 e opte pela opção Modo de Segurança). Um desinstalador também está incluído no pacote para reverter todas as mudanças, trazendo de volta a antiga interface. É importante observar que o autor não se responsabiliza por falhas que possam ocorrer durante ou após a conclusão das mudanças.
Gostaria de ter uma prévia da interface de um aplicativo ao repousar o cursor do mouse sobre o seu respectivo botão na barra de tarefas? Com o gratuito Visual Task Tips, isso é possível.
Existem inúmeros utilitários que acrescentam uma barra lateral na área de trabalho. Um dos mais leves, mas repleto de recursos, é o Thoosje Vista Sidebar, que se assemelha bastante com a versão incluída no Vista.
Para quem não quiser expor o sistema a possíveis problemas de compatibilidade, mas ainda gostaria de obter algumas das funcionalidades do Vista, instalar apenas os utilitários cujas funções são desejadas continua sendo a opção mais segura e flexível. E, nesse quesito, o que não faltam são boas opções. Por exemplo, para obter uma prévia em tempo real da janela a partir do seu botão na barra de tarefas, o utilitário Visual Task Tips é uma excelente e gratuita alternativa, consumindo pouquíssimos recursos e de fácil instalação. Aplicativos que compartilham as mesmas funções do Vista SideBar, onde é possível posicionar mini-utilitários em uma das laterais da área de trabalho para exibir calendários, dados obtidos na internet e informações gerais sobre o sistema, também existem aos montes, como o ótimo e versátil Yahoo Widgets, e o menos conhecido, mas extremamente leve e não menos poderoso, Thoosje Vista Sidebar.
Configurar o nível de transparência de cada uma das janelas também é possível, usando utilitários como o gratuito Glass2K. Não deixe de ler a documentação que acompanha o software para obter o máximo dele, como as combinações de teclas usadas para alterar imediamente o nível da janela atualmente em foco.
Navegar pela hierarquia de diretórios no Windows Explorer nunca foi tão simples após instalar o gratuito Explorer Bradcrumbs.
Configurar o atributo de transparência das janelas, recurso presente desde o Windows 2000 mas que até então não era facilmente manipulado sem o auxílio de um aplicativo desenvolvido especificamente para a função, pode ser feito sem maiores dificuldades através do também gratuito Glass2K, e navegar com uma maior praticidade pela hierarquia de diretórios, economizando tempo e inúmeros cliques para alternar entre as pastas no Windows Explorer, o excelente Explorer Breadcrumbs reproduz a mesma funcionalidade presente no Vista.
Achou o máximo o recurso Flip3D do Vista e gostaria de ter funcionalidade similar no XP? Então não deixe de conhecer o utilitário TopDesk. Infelizmente, ele não é gratuito, e a versão de avaliação dura apenas 30 dias.
Por último, o recurso Flip 3D, ativo no tema Aero e que substituiu a monótona tela que exibe a relação dos aplicativos atualmente em execução por reproduções tridimensionais e animadas das suas respectivas telas, também não é uma exclusividade do Vista. Essa funcionalidade, exibida quando a combinação de teclas ALT+TAB é pressionada, pode ser incorporada ao XP com a instalação do utilitário TopDesk, cuja versão gratuita de avaliação é funcional pelo período de 30 dias. E para ter uma função similar ao novo menu Executar, o excelente e versátil Launchy possibilita carregar um aplicativo ou abrir um arquivo apenas digitando as primeiras letras do seu nome, dispensando o uso do menu Iniciar ou recorrer ao Windows Explorer.
adicionado por Eduardo Stuart, em 12.3.07.
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Pinball das Antigas!
Inspirado nas primeiras máquinas de pinball, que não tinham rebatedores e cuja pontuação dependia apenas da trajetória de um bolinha lançada por um canhão e que descia por uma série de pregos estrategicamente posicionados, Peggle, a mais recente aposta da PopCap Games, é um passatempo simples e descompromissado que tem todos os elementos para entreter os jogadores casuais. Abusando de uma variedade de elementos gráficos para turbinar as partidas, e misturando um pouco de sorte com senso de antecipação para recuperar as bolinhas, a versão de avaliação do jogo pode ser transferida gratuitamente nesse endereço. O jogo, mesmo sendo simples, é irresistível.
adicionado por Eduardo Stuart, em 12.3.07.
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Primeiros Jogos Casuais para o Vista.
Mal o Windows Vista chegou às lojas, e já começaram a surgir jogos exclusivos para a nova plataforma. No site MSN Games, estão disponíveis para download 4 deles, com mais 4 prometidos para breve. Entre os destaques, o belo teste de vocabulário SpinWord, a aguardada continuação do popular Luxor, e o diferente jogo de estratégia Darwinia, esses últimos modificados para fazer uso pleno dos novos recursos gráficos oferecidos pelo Vista. Veja mais detalhes nesse endereço.
adicionado por Eduardo Stuart, em 5.2.07.
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Windows Vista: Usando todo o Potencial da Virtualização. Utilitários e drivers extras turbinam ainda mais os ambientes virtualizados.
Na coluna da semana passada, que pode ser relida clicando aqui, vimos como pode ser fácil instalar o recém-lançado Windows Vista, ou qualquer outro sistema operacional, sem que seja necessário fazer alterações significativas na configuração da máquina atual. Graças às facilidades proporcionadas por aplicativos que promovem a virtualização, como o gratuito VirtualBox, é possível simular em uma janela convencional todas as funções de um computador e testar os mais variados sistemas como se fossem programas comuns. Vimos também que, por mais útil que seja criar essas máquinas virtuais, ainda não é possível obter uma performance aceitável para rodar jogos tridimensionais ou aplicativos que dependem do poder de processamento gráfico da placa de vídeo, em parte devido às limitações impostas pelo driver genérico empregado pela ferramenta. Por último, definimos todas as propriedades necessárias para criar uma máquina virtual e, a partir do XP, o Windows Vista foi instalado em aproximadamente 35 minutos.
Rodando o Windows Vista, usando como sistema hospedeiro o XP. Quem tiver o Linux também pode testar o Vista sem precisar alterar a configuração da máquina atual, instalando a versão para o pingüim do Virtual Box.
E embora o sistema inicialmente possa apresentar um desempenho satisfatório, ainda falta um pequeno detalhe que fará toda a diferença em relação à sua performance e usabilidade a longo prazo. Com a instalação de um pacote extra de utilitários e o uso de drivers específicos, é possível aumentar consideravelmente a integração da máquina virtual com o sistema principal, permitindo alterar com maior liberdade a resolução de vídeo do Vista (ideal para colocá-lo em tela cheia e preencher toda a área visível do monitor), manusear livremente o cursor do mouse em ambos os sistemas, e --o mais importante-- ativar o acesso à internet na máquina virtual. Com isso, é possível testar todas as capacidades do IE7 e demais ferramentas online incluídas no Vista, compartilhando transparentemente a conexão do sistema principal.
Convenientemente batizado de VBox Guest Additions, o pacote, compatível com máquinas virtuais rodando tanto o Windows quanto o Linux, é muito fácil de ser instalado. E por ser parte integrante da ferramenta, nem precisa ser transferido à parte. Basta iniciar o Vista no VirtualBox (de preferência, usando a máquina virtual que criamos na semana passada), ingressar no sistema usando uma conta com privilégios de administrador e, quando a área de trabalho estiver visível, clicar no menu Devices, presente na janela onde o sistema está sendo executado, e ativar o item Install Guest Additions. Isso irá inserir automaticamente uma imagem com os utilitários no drive de CD virtual. Logo em seguida, carregue o Windows Explorer do Vista e acesse a unidade de CD/DVD (letra D:\, se apenas houver um HD virtual definido nas propriedades da máquina virtual), iniciando o processo com um duplo-clique no arquivo VBoxGuestAdditions. Siga as instruções, e observe que serão pedidas várias confirmações para prosseguir. Confirme todas, e reinicie a máquina virtual quando solicitado para que as modificações tenham efeito.
Para ter acesso às ferramentas e drivers extras, clique no menu "Devices", presente na janela onde o Vista está rodando, e ative o item Install Guest Additions. Note que o acesso ao arquivo de instalação é feito a partir do Windows Explorer do Vista, e não do sistema principal.
Para o próximo passo, é recomendável ativar o acesso à internet no Vista. A Microsoft não incluiu um driver de rede apropriado para ambientes virtualizados, e para prosseguir, será necessário encontrar uma forma simples e prática de instalar novos aplicativos. Como o Vista está completamente isolado do sistema principal, tendo acesso apenas aos arquivos armazenados no seu próprio HD virtual, a saída mais razoável seria criar um arquivo no formato ISO e ativá-lo no drive de CD virtual. A maioria dos aplicativos de gravação de CDs e DVDs suporta a criação desse tipo de arquivo, e quem não tiver um à disposição, pode contar com PowerISO, usado no exemplo a seguir e que cria imagens com até 300MB na sua versão gratuita.
Entre os drivers para dão suporte à rede externa, o mais indicado é o NDIS5, produzido pela AMD e disponível gratuitamente nesse endereço (opte pelo primeiro link do topo da página). Descompacte-o em um diretório à sua escolha, carregue o PowerISO e clique no menu Action, seguido de Add Folder. Selecione a pasta onde o driver foi descompactado e, após clicar em OK, ative o ícone Save, especificando o formato ISO no campo Salvar como e definindo um nome e a localização onde o arquivo deverá será gravado. De volta à janela onde o Vista está rodando, clique no menu Devices, no item Mount CD/DVD-ROM, e na opção CD/DVD-ROM Image. Na caixa de diálogo, clique no ícone Add e selecione o arquivo recém-criado para ativá-lo. Por último, feche a caixa clicando no botão Select.
Descompacte o conteúdo do driver NDIS5 em qualquer pasta à sua escolha, carregue o PowerISO e adicione-o na compilação (pode incluir todo o diretório 4.51). Depois, é só gravar o arquivo e ativá-lo na máquina virtual.
Para atualizar o driver de rede no Vista, também é simples: pressione a combinação de teclas Windows (é a tecla que tem impressa o logo do sistema) + Pause/Break (geralmente localizada logo acima da tecla PgUp), clique no link Gerenciador de Dispositivos e observe que há um ícone na categoria Adaptadores de Rede com um grande X vermelho. Clique sobre ele com o botão direito do mouse e ative a opção Atualizar Driver. Como vamos especificar manualmente a sua localização, clique na segunda opção e no botão Procurar..., indicando como alvo a unidade virtual de CD (D:\). O restante do processo é automático, bastando que sejam aceitas as confirmações. Ao concluir essa etapa, reinicie a máquina virtual e abra o IE7. Se estiver conectado à internet, será possível navegar livremente usando o Vista, com a vantagem de que como o sistema está rodando completamente isolado, nada do sistema principal será alterado durante a navegação.
A partir do Windows XP, duas máquinas virtuais rodando simultaneamente: o Vista, no fundo, acessando a internet com o IE7 e os aplicativos do Sidebar; e o Ubuntu Linux, também com livre acesso à internet. Com isso, é possível ter o melhor dos dois mundos, sem precisar dar múltiplos boots ou particionar o HD em dezenas de partições.
Devido à sua incrível versatilidade, utilizar o VirtualBox para rodar somente um sistema operacional é um desperdício. Através dele, é possível aprender a usar o Linux sem que seja preciso esquentar a cabeça com complexos procedimentos de instalação ou deixar de usar o Windows, podendo rodar os dois simultaneamente. Basta transferir a edição LiveCD do popular Ubuntu ou do excelente e totalmente em português Kurumin, criar uma máquina virtual que use como drive de CD o arquivo transferido e iniciá-lo normalmente. Sequer é preciso criar um HD virtual. E como o código-fonte do VirtualBox foi liberado, não demorará muito para que a vasta comunidade de desenvolvedores comecem a apresentar melhorias para a ferramenta, valendo a pena visitar regularmente o site oficial para conferir de perto as últimas novidades.
adicionado por Eduardo Stuart, em 5.2.07.
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Testando o Windows Vista sem Maiores Complicações! Virtualização permite testar o novo sistema da MS sem alterar a configuração da máquina atual!
Após um longo período de espera e muita expectativa em torno das novidades anunciadas para a próxima versão do sistema operacional da Microsoft, a partir dessa semana, com o seu lançamento mundial, os usuários domésticos finalmente poderão conhecer e testar todas as características introduzidas pelo Windows Vista. E que não são poucas. Além das alegadas melhorias relacionadas à segurança, da nova e sofisticada interface gráfica e dos aperfeiçoamentos no sistema de indexação de arquivos, que aumenta consideravelmente a abrangência das pesquisas feitas nos documentos armazenados localmente, o sucessor do XP também inclui algumas novas e empolgantes tecnologias, como o DirectX 10 para turbinar os games, a possibilidade de usar pen drives para aumentar a memória física da máquina (ótimo para notebooks), e oferece suporte para HD's híbridos, que graças ao uso de memória Flash embutida, permitem iniciar o sistema quase que instantaneamente, entre outras tantas novidades.
Porém, como em todo sistema operacional, instalá-lo definitivamente em um computador que já possua um sistema não é uma tarefa simples. É preciso tomar uma série de cuidados para não colocar em risco os atuais dados ou comprometer a funcionalidade da máquina, muitas vezes uma ferramenta de trabalho que não pode parar. Antes de tudo, é fundamental fazer um backup completo para o caso de ser necessário reverter possíveis erros ou incompatibilidades. Optar por um upgrade ou a sempre recomendável instalação a partir do zero também é importante, assim como particionar o HD caso seja desejado manter múltiplos sistemas operacionais em um só equipamento --como, por exemplo, o atual XP coexistindo com o Vista e o Linux. Decisões como essas, e como realizá-las de forma apropriada, geralmente são indicados apenas para os usuários mais experientes.
No entanto, há uma alternativa bastante prática e segura de instalar e testar um sistema operacional sem que as configurações da máquina atual sejam alteradas. Como? Através do auxílio de um aplicativo de virtualização, que se encarrega de criar um ambiente virtual responsável por emular todas as funções de uma máquina real, mas que roda dentro de uma janela como se fosse um mero programa. E de forma totalmente transparente para o sistema sendo testado. Com isso, é possível instalar e rodar desde as versões mais recentes do Windows, até testar os vários sabores do Linux e relembrar dos jurássicos Windows 3.1 e OS/2, tudo a partir de uma mesma máquina.
Windows XP e Vista rodando simultaneamente? Com o auxílio de uma ferramenta de virtualização, isso não apenas é possível, como funciona relativamente bem! Mas é importante ter um processador veloz e bastante memória RAM disponível.
A boa notícia é que, dependendo do software utilizado para a virtualização, é possível obter uma performance bastante próxima do real, como se o sistema estivesse sendo executado nativamente. E, nesse quesito, o que não faltam são boas opções. Além dos populares VMWare e MS Virtual PC, a recém-lançada versão 1.3.2 do totalmente gratuito VirtualBox tem se destacado pela sua notória simplicidade de uso e sólido desempenho, oferecendo suporte nativo para uma vasta gama de sistemas operacionais.
E instalar o MS Vista, ou qualquer outro sistema operacional, é muito simples no VirtualBox. Após visitar esse endereço, transfira o arquivo de instalação. Versões para Windows e Linux estão disponíveis, e se não fizer questão de obter o código-fonte, opte pela primeira opção, por incluir ferramentas que melhoram consideravelmente a performance geral do sistema. Não é preciso se cadastrar no site e a transferência é rápida, devido ao arquivo ter apenas 11MB. Em seguida, instale-lo normalmente.
Antes de partir para o próximo passo, é importante observar os requisitos mínimos para que o Vista possa ser executado confortavelmente na configuração atual. Possuir no mínimo 1GB de RAM é de suma importância, já que para rodar o novo sistema será preciso alocar 512MB. Ter 8GB de espaço livre no HD para criar o disco virtual que hospedará o futuro sistema também é essencial, e deve ser feito em uma partição compatível com o sistema de arquivos NTFS, padrão do XP.
Definir as propriedades da máquina virtual não é difícil. Para cada opção, há uma breve descrição sobre a sua função. Basta repousar o cursor do mouse sobre ele.
Se ambos os requisitos não forem um problema, carregue o VirtualBox e clique no botão New, seguido de Next, para definir as propriedades da máquina virtual. Dê um nome para identificá-la (MS Vista VM) e selecione a opção Windows Vista na categoria OS Type. Avance com Next e defina a quantidade de memória física que será alocada ao sistema, informando 512MB. No painel seguinte, o disco virtual será criado. Clique em New e avance por duas telas. Clique no ícone localizado à direita do campo Image File Name e, na caixa de diálogo, especifique o drive e o diretório onde o arquivo será armazenado. Forneça um nome para identificá-lo e clique em Salvar. Em Image Size, especifique 8 GB, clicando em seguida em Finish para concluir essa primeira etapa.
De volta à interface principal, clique no ícone Settings para refinar alguns parâmetros. Na categoria General, acesse a aba Advanced e ative a opção Enable IO APIC (se estiver instalando o Linux ao invés do Vista, mantenha essa opção desativada). Clique na categoria CD/DVD-ROM e ative a opção Mount CD/DVD Drive. Se o Vista for instalado a partir de um DVD, selecione a opção Host CD/DVD Drive e coloque-o no drive. Se for usar uma imagem ISO, como a distribuída pela Microsoft durante o período de testes, especifique sua localização no campo ISO Image File. Por último, acesse a categoria Audio, ative a opção Enable Audio e selecione Windows Multimedia, fechando a caixa de diálogo com OK.
Com tudo devidamente configurado, clique no ícone Start para ativar a máquina virtual, iniciando o processo de instalação. Mesmo quem nunca instalou um sistema operacional não encontrará maiores dificuldades, pois o procedimento é automatizado e requer pouca interação com o usuário. Outro fator positivo é o processo não demora muito. Na máquina de testes, um P4 3.0 GHz HT com 1GB de RAM e HD de 80GB ATA/133, toda a instalação não levou mais do que 35 minutos.
Assim que for definido um nome de usuário e uma senha no Vista, o sistema será iniciado normalmente em uma janela, que pode ser manipulada como um programa comum. Ao clicar no interior dessa janela, todas as ações do teclado e mouse serão direcionados para o Vista. Pressione a tecla RCTRL (CTRL localizado à direita do teclado) para liberar a captura quando precisar usar o sistema principal. Para rodar o Vista em tela cheia, ou voltar à exibição em uma janela, pressione a combinação de teclas RCTRL-F.
Rodando o Windows Explorer, Gadgets, Windows Media Player e com o novo menu Iniciar, tudo rodando em uma janela do XP. Ótimo para quem quiser experimentar o sistema antes de dar o decisivo passo de instalá-lo definitivamente.
Contudo, para obter o melhor desempenho possível, principalmente em relação aos jogos que necessitam da aceleração proporcionada pela placas de vídeo 3D, a opção mais indicada continua sendo a de instalar definitivamente o sistema no HD. Mas a tecnologia de virtualização também tem as suas vantagens, dando a oportunidade de testar um sistema antes de realizar qualquer alteração na máquina atual. E é uma excelente alternativa para quem estiver mais interessado nos aplicativos. Nesse caso, é possível melhorar consideravelmente a performance geral do sistema e instalar alguns extras para obter o máximo da virtualização. Esse será o assunto da semana que vem. Até lá!
adicionado por Eduardo Stuart, em 29.1.07.
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Solte a Voz Nessas Férias. Transforme o computador em um flexível centro de karaokê!
O karaokê, divertido passatempo social em que familiares e amigos se reúnem para cantar canções conhecidas usando apenas a porção instrumental da música como base, se originou no Japão e tornou-se bastante popular a partir da metade da década de 80. Nos últimos tempos, com o lançamento de aparelhos relativamente baratos criados especialmente para esse função, a febre ganhou um fôlego extra, tornando-se em uma ótima forma de entretenimento doméstico e sendo adotado até por estabelecimentos comerciais, que não raramente ficam lotados de candidatos a cantores e que geralmente são freqüentados por animadas torcidas organizadas.
No entanto, com um computador equipado com um bom sistema de caixas acústicas e um microfone de qualidade, não é preciso possuir um desses aparelhos para soltar a voz e interpretar, junto com os seus amigos, grandes pérolas do universo da música popular. Com um software desenvolvido para esse fim, é possível usufruir de todas as funcionalidades encontradas na maioria dos aparelhos, e ainda contar com um elevado grau de flexibilidade que permite, entre outras facilidades, obter milhares de músicas compatíveis com o sistema, alterá-las livremente, personalizá-las com imagens de fundo e vídeo-clipes, e até criar, sem dificuldades, versões para músicas ainda não disponíveis nos vastos acervos da internet.
E dentre as dezenas de softwares que fazem parte dessa categoria, KaraFun se destaca por ser gratuito e oferecer um sólido conjunto de características. Além de apresentar uma interface intuitiva semelhante ao popular WinAMP, e estar totalmente em português, o uso do DirectX 9 para o subsistema de vídeo garante alta performance e uma variada gama de efeitos visuais, intensamente explorados nas transações entre as imagens e na animação das letras, enriquecendo consideravelmente a experiência.
KaraFun em funcionamento. Vários painés ofecerem uma série de funcionalidades. Não deixe de explorá-los.
O sistema de áudio também não fica atrás. Ajustar a tonalidade da canção para refletir o tom de voz do participante é tão simples quanto alterar o nível de volume, e ?o mais importante? não interfere na velocidade da música. Trilhas extras, como guias que realçam a melodia a ser cantada ou que destacam um instrumento em particular, podem ser ativados e ajustados a qualquer momento, assim como acelerar ou diminuir o ritmo, o que pode fazer aquela diferença na hora de animar uma festa.
Compatível com arquivos suportados atualmente pela maioria dos aparelhos e softwares do gênero, introduzir o novo formato KFN foi uma sacada de mestre, facilitando bastante o uso e gerenciamento das canções. Servindo como uma espécie de contêiner, todos os elementos que fazem parte de uma música ?incluindo letras, imagens e vídeos? podem ser empacotados em um só arquivo, dispensando maiores cuidados quando for usar a mesma canção em múltiplas máquinas.
Responsável pela distribuição de arquivos nesse formato, o portal Karaoke Version reúne centenas dessas músicas, embora a maioria seja tributada devido ao pagamento de direitos autorais. No entanto, mediante breve registro, é possível ter acesso ao acervo gratuito, que inclui, além de canções temáticas para períodos festivos como aniversários e outras celebrações, clássicos como House of the Rising Sun, gravação do The Animals, e o mega-hit que animava praticamente todas as festas da década de 80, La Bamba, inspirada na versão dos Los Lobos.
Mas o grande barato do KaraFun é o seu editor, que proporciona todas as ferramentas necessárias para criar seus próprios arquivos. Ideal para quem já adquiriu legalmente as canções e não deseja ter que pagar novamente por elas, somente são necessários três elementos: a música propriamente dita, em um formato suportado (MP3 e WMA são os mais recomendados, mas também é possível usar WAV, MIDI e KAR), a letra integral e uma imagem de fundo. Com tudo pronto, basta carregar o editor KaraFun Editor, via menu Iniciar, para colocar rapidamente a mão na massa.
O primeiro passo consiste em incluir uma imagem de fundo e uma música na biblioteca geral. Clique no botão Biblioteca..., presente na barra de ferramentas, pressione o botão Adicionar... e selecione uma imagem armazenada no HD. Repita a operação, mas dessa vez selecionando uma música. Feche a caixa de diálogo, e no painel Propriedades de Fundo, selecione a imagem recém-adicionada no seu respectivo campo. Clique no botão Fonte(s) de música, também na barra de ferramentas, e ative a música desejada no campo Fonte na Biblioteca, dando OK para voltar à tela principal.
Para especificar a letra, dê um duplo-clique na trilha com o título Texto Vertical, e cole-a ou digite-a no interior do editor. É importante que a letra esteja dividida em sílabas para facilitar a sincronização com a música. Separe-a usando como símbolo a barra normal (?/?), como, por exemplo, "De/bai/xo dos ca/ra/cóis...". Feche-o em seguida, com OK.
Agora, a parte mais importante: fazer a sincronização. Não se preocupe, é rápido e simples. Clique na seta do lado direito do botão vermelho, localizado na barra de ferramentas, e ative a opção Tempo reduzido em 50%. Isso facilitará o processo, reduzindo à metade a velocidade da música. Clique no botão vermelho para iniciar, pressionando a barra de espaços para indicar o momento exato que a sílaba deve ser cantada. A música será tocada no fundo, como um guia, e caso cometa um erro, não é preciso refazer tudo do zero. Basta usar as ferramentas de edição para deslocá-las consistentemente, usando simples ações de clique-e-arraste. Confira o resultado pressionando o botão Tocar, e grave o trabalho final com Salvar. Opções mais avançadas, como transações visuais sofisticadas e a adição de trilhas extras, estão explicadas em detalhes na ajuda online do editor.
Usando um arquivo convencional de karaokê, é possível aplicar temas pré-produzidos e distribuídos gratuitamente no site oficial.
Algumas dicas para maximizar ainda mais a experiência: para colocar o vídeo em tela cheia, dê um duplo-clique sobre o painel principal; apitos vindos do microfone (microfonia) podem ser atenuados afastando-o das caixas acústicas ou usando um microfone menos sensível ao som ambiente; pressione a tecla R durante a execução para gravar a sua performance; para ouví-la em seguida, junto com a música, pressione G após Play; e se for usar arquivos nos formatos convencionais de karaokê, enfeite-os com algumas das centenas de temas disponíveis gratuitamente ao ativar o menu de contexto sobre o aplicativo principal e ativando o item Baixar Configurações. Bom divertimento!
adicionado por Eduardo Stuart, em 22.1.07.
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Pavarotti e Maria Callas do Futuro!
Alguns jogos também colocam as cordas vocais à prova. O inovador e muito bem produzido Opera Slinger é um deles, onde fôlego e berros bem afinados ao microfone são essenciais para avançar na divertida aventura. Embalado por clássicos de Mozart, Beethoven e Vivaldi, entre outros, o objetivo é conquistar as palmas do público, duelando com um adversário à altura. Vozes masculinas e femininas são suportadas, e o jogo, totalmente em 3D e gratuito, pode ser obtido nesse endereço.
adicionado por Eduardo Stuart, em 22.1.07.
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Entretenimento Levado a Sério. Conheça alguns jogos divertem instruindo.
Deixando de lado a apresentação quase sempre simplista dos tradicionais passatempos educativos, e empregando os mesmos princípios encontrados na maioria dos jogos eletrônicos convencionais, os Serious Games, segmento especializado no desenvolvimento de títulos que buscam ensinar ou instruir os jogadores durante o desenrolar das partidas, têm conquistado um número cada vez maior de simpatizantes. Usando como pano de fundo gêneros consagrados, como os populares simuladores e as batalhas estratégias em tempo real, os jogos designados como sérios mesclam boas doses de entretenimento com a propagação gradual de informações, em que objetivos bem definidos exploram atividades diversas como o conhecimento de novas tecnologias, o planejamento das finanças pessoais, o gerenciamento de empresas e a importância da ajuda humanitária, entre outros.
Em NanoMission, além de abordar as vantagens da aplicação da nanotecnologia na medicina, também são ensinados conceitos sobre o fluxo sanguíneo e a função de cada um dos seus componentes.
E apesar de não haver ainda uma oferta abundante desses tipos de jogos, alguns exemplos já demonstram as várias aplicações que eles podem ter no futuro. Além do polêmico America's Army, desenvolvido pelo governo norte-americano em 2002 para treinar tropas militares, é possível encontrar opções com propósitos mais didáticos, como o interessante e recém-lançado NanoMission. Produzido pela PlayGen e com o objetivo de introduzir os benefício